Joel Marinho

 

O incansável guerreiro



Textos

NO SILÊNCIO
Solitário e preso ao meu silêncio
Minhas mãos jorram apenas letras mortas
Pensamentos obsoletos me confortam
Completando o fúnebre ócio do que penso
 
Nesta ânsia entre a  morte e a vida
O ar sufocante vai ficando rarefeito
Um deserto toma conta do meu peito
Qual cratera se abrindo uma ferida.
 
O que me resta agora se não a dor?
Aquilo que outrora parecia ser amor
Virou um grande império de solidão.
 
No silêncio ouço as malditas vozes
Com a aurora surgem cantos de albatrozes
Pensamentos fervilhando em turbilhão.

JOEL MARINHO
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Joel Marinho
Enviado por Joel Marinho em 22/08/2020


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